O ex-prefeito do Município de Nova Floresta, João Elias da Silva Neto, e a ex-funcionária municipal, Saienily Mayara de Lima Porto, identificada como funcionária fantasma, foram condenados por ato de improbidade administrativa que causou dano ao erário e enriquecimento ilícito.

Saienily foi contratada para exercer a função de organizadora e encadernadora de documentos no setor de contabilidade da Prefeitura, mas o cargo se quer existia.

Os réus foram condenados a ressarcimento integral aos cofres públicos da quantia de R$ 15.344,00, a perda da função pública eventualmente exercida, a suspensão dos direitos políticos por cinco anos, o pagamento de multa civil a cada um dos demandados, equivalente a duas vezes o valor do dano (R$ 30.688,00) e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de cinco anos.