O ex-governador Ricardo Coutinho foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e a Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e a Improbidade Administrativa (Ccrimp), do MPPB, pela suposta formação de uma organização criminosa.

As denúncias fazem parte da sexta fase da Operação Calvário. Os suspeitos são acusados da prática de delitos, como corrupção e lavagem de ativos, através de atividades de organizações sociais (OSs) na saúde e da adoção de inexigibilidades (fraudadas) na educação.

Com essa denúncia seu cargo de presidente da Fundação João Mangabeira (FJM), pode estar em xeque, já que a entidade, instituída pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) desde 1990,  tem como finalidades a formação política socialista e a elaboração de políticas públicas e pode ser que o nome do ex-governador esteja manchado pelo possível envolvimento em vários crimes.

A sede própria do FJM fica em Brasília mas atua em todo o Brasil, através dos seus Núcleos Estaduais que constituem a rede nacional de Escolas de Formação Política Miguel Arraes.

PERGUNTAR NÃO OFENDE: o ex-governador Ricardo Coutinho teme perder o comando da Fundação João Mangabeira?